sábado, 5 de outubro de 2013

MIRÓ

Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 — Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um escultor e pintor surrealista catalão.
Quando jovem frequentou a Escola de Belas Artes da capital catalã e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, visitou Paris, onde entrou em contacto com as tendências modernistas como os fauvismo e dadaísmo.

No início da década de 1920, conheceu o fundador do movimento em que trabalharia toda a vida, André Breton, entre outros artistas surrealistas. A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia naïf, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.

Em 1928, viajou para a Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Em suas obras, principalmente nas esculturas, utiliza materiais surpreendentes, como a sucata.

Três anos depois, rumou pela primeira vez aos Estados Unidos. Já nos anos seguintes; durante um período muito produtivo, trabalhou entre Paris e Barcelona.

No fim da sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto, ficando esta ainda mais naïf.

Algumas obras revelam grande espontaneidade, enquanto em outras se percebe a técnica feita com muito cuidado, e esse contraste também aparece em suas esculturas. Miró tornou-se mundialmente famoso e expôs seus trabalhos, inclusive ilustrações feitas para livros, em vários países.

Em 1954, ganhou o prêmio de gravura da Bienal de Veneza e, quatro anos mais tarde, o mural que realizou para o edifício da UNESCO em Paris ganhou o Prêmio Internacional da Fundação Guggenheim. Em 1963, o Museu Nacional de Arte Moderna de Paris realizou uma exposição de toda a sua obra.

Joan Miró morreu em Palma de Maiorca, Espanha, em 25 de dezembro de 1983.



REPRODUÇÃO DA OBRAS DE MIRÓ, RESPEITANDO CORES E FORMAS.












TARSILA DO AMARAL

Tarsila do Amaral (Capivari, 1 de setembro de 1886  São Paulo, 17 de janeiro de 1973) foi uma pintora e desenhista brasileira e uma das figuras centrais da pintura brasileira e da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.




OS ALUNOS FIZERAM RELEITURAS DE SUAS OBRAS, TRABALHARAM COM RECORTE, COLAGEM, COM CANETA HIDROCOR, LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA, MASSA DE MODELAR E COM DIFERENTES TEXTURAS.




















MONA LISA, DE LEONARDO DA VINCI

Mona Lisa ("Senhora Lisa") também conhecida como A Gioconda (em italiano, La Gioconda, "a sorridente" ; em francês, La Joconde) ou ainda Mona Lisa del Giocondo ("Senhora Lisa [esposa] de Giocondo") é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.



Sua pintura foi iniciada em 1503 e é nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com sua maestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verá que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita. Historicamente, os conceitos de masculino e feminino estão ligados aos lados - o esquerdo é feminino, o direito é o masculino.

A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris e é uma das suas maiores atrações. 

OS ALUNOS FIZERAM RELEITURAS COM COLAGENS E DESENHOS COM BASE NA OBRA MONA LISA.






MONALISA UTILIZANDO A MONOCROMIA


MONOCROMIA: É A UTILIZAÇÃO DE UMA COR APENAS EM VÁRIAS TONALIDADES. 



RELEITURA DA OBRA MONA LISA DE LEONARDO DA VINCI, FEITA POR UM GRANDE ARTISTA BRASILEIRO ROMERO BRITO, INTITULADA MONA CAT. OS ALUNOS TRABALHARAM COM GUACHE SOBRE SULFITE.




FOTOS DOS ALUNOS EM FORMATO DE QUEBRA-CABEÇA PARA SEREM MONTADOS. TRABALHANDO O RETRATO.




FESTA DO PEÃO

A Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos nasceu em 1956, como o primeiro evento do gênero realizado na América Latina. Desde a primeira edição, realizada embaixo de uma de lona de circo, até hoje, o evento não apenas cresceu e se solidificou, como se tornou a mais importante referência cultural sertaneja do interior brasileiro. Atualmente com repercussão internacional, compõem o Calendário Mundial de peões de todos os cantos.
Ao completar em 2005 seus 50 anos de história, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos destaca-se no cenário nacional como um dos mais antigos eventos de entretenimento, com uma história de crescimento, sucesso e projeção.


VALORIZANDO NOSSA HISTÓRIA E NOSSA CULTURA OS ALUNOS REPRODUZIRAM OS CARTAZES DA FESTA DO PEÃO E APRENDERAM MAIS SOBRE AS OBRAS, ARTISTAS E A HISTÓRIA DA CIDADE.










OS ALUNOS DO PROJETO CHIQUITO COSTA E OS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL JOÃO BARONI PARTICIPARAM E REALIZARAM OBRAS MARAVILHOSAS.